Oi Ana! Confesso que li, reli, e li mais uma vez e não consegui entender o que eles tentaram dizer com "Dois mortos são mortos", pelo menos, dei boas risadas, kkkkkkkk
Descobri que o basquete pode ser um esporte mais emocionante que o futebol, aliás, eu já desconfiava disso, mas tive certeza mesmo após a final da Copa América, nesse domingo, onde o Brasil venceu Porto Rico, donos da casa e com ginásio lotado apoiando o time local, por 61 a 60. Restando cinco segundos para terminar o jogo, Porto Rico tinha um ataque, e poderia fazer 62 a 61, mas desperdiçou, pra nossa sorte! Até minha mãe, que nao entende muito de esporte, assistia a partida comigo e vibrava a cada lande do Brasil (ela chegou a fazer figas contra os portorriquenhos nos lances livres). Eu falo sobre essa brilhante conquista do Brasil lá no meu Blog, e cito até essa vibração sincera de minha mãe, prova do que o esporte é capaz de fazer nas pessoas.
Quanto ao Brasil do Dunga, tb tenho medo de uma acomodação, mas por outro motivo. René Simões, treinador de futebol, tem um teoria que eu concordo muito: quanto mais tempo um time fica sem perder, mais perto ele está da derrota. Assustador né!? Mas faz sentido...
Beijos e tudo de bom na terrinha de todos os santos!
Moro em Salvador, Bahia, e sou formada em Jornalismo pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). A profissão me cativou por volta dos oito anos de idade; já nesta época escolhi meu foco profisisonal, a televisão, mas sempre fui aberta a experimentar as outras áreas. A paixão pelo campo jornalístico e a minha tagarelice me motivaram a lançar a coluna "Metalíngua na Imprensa", no site Grande Imprensa. Na publicação, eu analisava coberturas jornalísticas de diversos meios. Após alguns meses de experiência, decidi trazer a coluna para um blog, onde posso fazer postagens mais curtas e dinâmicas.
1 comentários:
Oi Ana! Confesso que li, reli, e li mais uma vez e não consegui entender o que eles tentaram dizer com "Dois mortos são mortos", pelo menos, dei boas risadas, kkkkkkkk
Descobri que o basquete pode ser um esporte mais emocionante que o futebol, aliás, eu já desconfiava disso, mas tive certeza mesmo após a final da Copa América, nesse domingo, onde o Brasil venceu Porto Rico, donos da casa e com ginásio lotado apoiando o time local, por 61 a 60. Restando cinco segundos para terminar o jogo, Porto Rico tinha um ataque, e poderia fazer 62 a 61, mas desperdiçou, pra nossa sorte! Até minha mãe, que nao entende muito de esporte, assistia a partida comigo e vibrava a cada lande do Brasil (ela chegou a fazer figas contra os portorriquenhos nos lances livres). Eu falo sobre essa brilhante conquista do Brasil lá no meu Blog, e cito até essa vibração sincera de minha mãe, prova do que o esporte é capaz de fazer nas pessoas.
Quanto ao Brasil do Dunga, tb tenho medo de uma acomodação, mas por outro motivo. René Simões, treinador de futebol, tem um teoria que eu concordo muito: quanto mais tempo um time fica sem perder, mais perto ele está da derrota. Assustador né!? Mas faz sentido...
Beijos e tudo de bom na terrinha de todos os santos!
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